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Acusada de participação na morte dos pais no DF é presa no Rio

Ex-ministro do TSE José Villela, pai de Adriana, foi assassinado em 2009.
Ela deve ser transferida para Brasília ainda na tarde desta quinta-feira (27).

Débora Santos

Do G1, em Brasília

A polícia civil do Rio de Janeiro prendeu a arquiteta Adriana Vilella, na manhã desta quinta-feira (27), na praia de Ipanema. Ela é acusada de participação no assassinato do pai, que era ex-ministro José Guilherme Vilella, da mulher dele e da empregada do casal. Os três foram mortos a facadas em agosto de 2009, em um apartamento na Asa Sul de Brasília.

Adriana foi levada para a Polinter, na Zona Norte do Rio. Foi ouvida pelo delegado Túlio Pelozi e deve ser transferida ainda nesta tarde para Brasília. Para a polícia do DF, a filha do ex-ministro teria tido “envolvimento direto” no crime. Ela sempre negou as acusações.
O mandado de prisão foi expedido pelo juiz do Tribunal de Justiça do Distrito Federal Fábio Francisco Esteves, na última terça (25). No documento, ele alega a necessidade de manter a acusada presa para garantir o andamento do processo e a ordem pública.
O advogado de Adriana Vilella, Rodrigo Alencastro, afirmou que prepara habeas corpus para ser apresentado ao TJDFT com o pedido de liberdade. Segundo ele, não há razão para que sua cliente seja mantida presa.

Alencastro argumenta que Adriana esteve à disposição da polícia durante todas as investigações e informou a Justiça que passaria as férias no Rio de Janeiro, neste mês.
“O juiz faz questão de reconhecer na decisão que ela sempre fez questão de estar disponível para a autoridade policial na investigação. Como boa parte dos brasileiros faz nesta época do ano, ela está em descanso e isso foi comunicado ao juiz. Ela tem endereço certo e conhecido e, portanto, não há necessidade de mantê-la presa para instruir o processo”, disse o advogado.

A defesa não confirma que a acusada tenha prestado depoimento na delegacia no Rio. De acordo com o advogado, não há previsão legal para novas oitivas. A arquiteta deve ser ouvida novamente apenas em juízo.

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