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Ação contra hanseníase em Timon

Programa de Parceria para Diagnóstico
e Tratamento da Hanseníase

O “Programa de Parceria para Diagnóstico e Tratamento da Hanseníase” iniciou como projeto de responsabilidade social da Febrafarma e agora é conduzido pela Novartis Brasil. Foi elaborado em parceria com o Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan) e tem o apoio do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). Tem como objetivo auxiliar as autoridades de saúde do país na eliminação da doença até 2010.
Carreta da Saúde

Para as ações do programa, a Febrafarma desenvolveu e construiu a Carreta da Saúde. Ela está equipada com 5 consultórios e 1 laboratório para realização dos exames de baciloscopia, tem seus ambientes climatizados com ar-condicionado, banheiro, palco com potente sistema de som, projetor multimídia com telão e elevador hidráulico, para acesso de cadeirantes e idosos. Possui gerador próprio de energia e tem capacidade para atender cerca de 15.000 pessoas/ano.A Carreta da Saúde está percorrendo municípios priorizados nos estados do Maranhão, Pará, Tocantins e Piauí, que são os mais endêmicos, atendendo as populações mais carentes, tanto com consultas e início do tratamento dos casos positivos, quanto com programas educacionais, para o esclarecimento das questões relacionadas a doença. Sessões de cinema também são passadas à noite, para o entretenimento das populações locais.
A Carreta iniciou suas atividades com ações piloto em Itaboraí, no Rio de Janeiro, em São Luiz e Balsas no Maranhão, e Araguaína no Tocantins Foram realizadas 902 consultas e detectados 50 novos casos de hanseníase. Após os 4 pilotos, a Carreta segue pelos municípios, sendo o 1º em Coroadinho, no Maranhão. Lá estão sendo realizadas consultas e identificados novos casos de hanseníase, com início imediato do tratamento.

O projeto também envolve Agentes Comunitários de Saúde, que fazem um trabalho de conscientização das comunidades para as principais características da doença, priorizando os chamados “contatos” – pessoas que convivem com portadores ou ex-portadores da doença. O objetivo é que todos saibam identificar a doença e procurem os postos de saúde de suas cidades. Estudantes de medicina, odontologia, enfermagem e serviço social também serão convidados a participar como voluntários do programa, atuando nas escolas de ensino fundamental, conscientizando as crianças para os sintomas da doença, entre outras ações.

Ação em Timon

A Carreta Saúde ficará em pontos estratégicos por quatro dias em nossa cidade, e as equipes esperam alcançar uma boa cobertura, com a visita de pessoas que apresentem algum sintoma que possa ser a associado à doença de pele.

Onde procurar

A ação será desenvolvida em Timon com a permanência da carreta nos seguintes locais e datas:
Policlínica(Av 03 Parque Piauí), dias 10 e 11/05 das 08:00 às 17:00h
Posto de Saúde(Av. 02 Cidade Nova), dias 12 e 13/05 das 08:00 às 17:00

Tratamento

A hanseníase se apresenta, basicamente, de duas formas. O tratamento depende do tipo.
Se for do tipo paucibacilar (com poucos bacilos), o tratamento é mais rápido. É dada uma dose mensal de remédios durante seis meses. Além da ingestão de um comprimido diário;
Se for do tipo multibacilar (com muitos bacilos), o tempo para tratamento é mais longo. São 12 doses do medicamento, uma por mês. Além de dois outros remédios diários durante os dois anos.
O tratamento será 100% eficiente se for levado a sério do começo ao fim. Todos os medicamentos devem ser distribuídos pela rede pública de saúde.

Fotos: Divulgação


Oficina capacita radialistas em ações contra a hanseníase

Assessores de comunicação da Fundação Municipal de Saúde (FMS) participaram, juntamente com comunicadores de outros municípios piauienses, de uma oficina de formação de radialistas em hanseníase. A oficina foi ministrada por Kátia Souto, jornalista e membro da coordenação geral de controle da hanseníase do Ministério da Saúde e Mara Regia, radialista da Empresa Brasil de Comunicação e da Rádio Nacional.

A oficina faz parte de um conjunto de medidas voltadas para a capacitação de profissionais da comunicação em ações comunicativas em rádio que contribuam para a superação de estigmas e preconceitos sobre a doença e o fortalecimento de ações preventivas.

Além de profissionais de comunicação da FMS de Teresina, participaram também radialistas dos municípios de Barras, Floriano, União, Parnaíba, Oeiras, e são João do Piauí. Durante dois dias eles ouviram palestras e debateram diversos temas sobre a utilização da comunicação no controle da hanseníase. Encerrando a programação, houve exercício prático de elaboração e gravação de spots de rádio com mensagens informativas sobre hanseníase. Para isso eles contaram com o apoio da Rádio FM Cultura de Teresina.

De acordo com a coordenadora estadual do Programa de Controle da Hanseníase, Lindalva Maria Ferreira Marques, a preocupação com a doença se justifica porque o Piauí tem um indicativo hiperendêmico, com 6,4 casos por cada grupo de10.000 habitantes. “Já tentamos alcançar a meta de 1 caso para cada 10.000 habitantes por três anos, mas não conseguimos”, afirmou ela.

Em âmbito nacional, segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil tem o segundo maior número de casos de hanseníase do mundo com cerca de 39.000 casos novos por ano. “Só perdemos para a Índia, mas se levarmos em conta a população dos dois países, o Brasil fica em primeiro lugar”, afirmou a jornalista Kátia Souto.

Para ela, os comunicadores têm dois conceitos a superar na imagem tanto da rede de saúde quanto da população. Um dos conceitos é ver a saúde como qualidade de vida e não apenas como ausência de doença. A jornalista enfatiza a necessidade de mudar essa concepção do imaginário da sociedade e dos profissionais da comunicação.

Prefeitura de Teresina


FMS-THE reforça ações de controle da hanseníase

Mobilizar a população e os profissionais da área da saúde em torno da hanseníase é o principal objetivo das ações que estão sendo implementadas pela Fundação Municipal de Saúde (FMS) da Prefeitura de Teresina para melhorar o diagnóstico e avançar nas medidas de controle da doença. Vários mutirões já foram realizados pelas unidades de saúde visando identificar e examinar casos suspeitos da hanseníase, como ocorreu na região da Santa Maria da Codipi, zona Norte da cidade.

O local mutirão foi a Unidade de Saúde Mista Mariano Gayoso Castelo Branco, onde as comunidades da Santa Maria da Codipi, Santa Maria das Vassouras, Parque Wall Ferraz, Francisca Trindade, Monte Verde, Parque Brasil e outras foram convidadas e participaram do exame, realizado por médicos, enfermeiros e dermatologistas.

“Um total de 63 pessoas foram examinadas, com dois diagnósticos positivos para a doença”, revela a diretora de Enfermagem do hospital, Gilvânia Santos, acrescentando que os dois pacientes com a hanseníase receberam encaminhamento para tratamento por meio da Estratégia Saúde da Família (ESF).

O técnico do Programa Municipal de Controle da Hanseníase, Francisco Formiga, acredita que os mutirões são instrumentos de grande Relevância, pois contribuem para melhorar o diagnóstico e, consequentemente, nortear as ações da FMS no controle e combate à doença. No ano passado, segundo levantamento realizado pelo programa, 600 casos de hanseníase foram diagnosticados em pessoas residentes em Teresina.

Para o técnico da FMS, o seminário de atualização com foco no diagnóstico de recaída da hanseníase, promovido pela FMS recentemente, serviu também para sensibilizar os profissionais da saúde para a importância da efetivação de ações voltadas para essa questão, uma vez que contou com a participação de médicos de todo o Estado e de representantes de instituições nacionais que tratam do assunto.

CURA

A hanseníase é 100% curável. É causada por um parasita que ataca a pele e nervos periféricos, mas pode afetar outros órgãos, como o fígado, os testículos e os olhos. Não é, portanto, hereditária. O tratamento e distribuição de remédios são gratuitos e, ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, em face do estigma que esta doença tem, não é necessário o isolamento do paciente. A primeira dose da medicação já elimina a chance de transmissão.

QUEDA

De acordo com o Ministério da Saúde, os casos novos de hanseníase caíram 30% em cinco anos no Brasil. O total de casos por 100 mil habitantes na população geral passou de 29,37 para 20,56 entre 2003 e 2008.

Os dados preliminares de 2009 apontam que o coeficiente baixou para 16,72 – o indicador ainda precisa ser consolidado para comparação. Na transmissão entre menores de 15 anos, adotado pelo governo brasileiro como principal indicador de monitoramento da endemia para transmissão ativa da doença, o coeficiente baixou de 7,98 para 5,89, no mesmo período (em 2009, foi de 4,67, segundo dados preliminares).

Fonte: Prefeitura Municipal de Teresina


Saúde realiza dia mundial de combate à Hanseníase

Entre os dias 25 e 28 de janeiro a pesquisadora dra. Maria Leite Wan – Del Rey de Oliveira, médica dermatologista, professora da UFRJ, membro do comitê assessor da hanseníase/Ministério da Saúde, e membro da Organização Mundial de Saúde estará em Teresina dando suporte às ações do Dia Mundial de combate a Hanseníase que esse ano será lembrado em 31 de janeiro.

A Hanseníase é uma doença crônica, proveniente de infecção causada pelo Mycobacterium leprae que atinge, principalmente, as células cutâneas e células dos nervos periféricos, no entanto, tem tratamento e cura. É uma doença de notificação compulsória em todo o território nacional, devido potencial incapacitante e por acometer a faixa etária economicamente ativa.

Em 2008, o Brasil detectou 36.566 casos novos de hanseníase, com incidência de 19,28/100 mil habitantes. Dentre os estados brasileiros, o Piauí ocupa o sexto lugar em maior número de casos do país, com uma incidência de 46,64/100 mil habitantes, perdendo apenas para Tocantins, Mato Grosso, Rondônia, Maranhão e Pará. E entre os estados nordestinos ocupa o 3º lugar perdendo apenas para Maranhão e Bahia.

Durante o ano de 2008, o Piauí registrou um total de 2.385 casos de hanseníase, já em 2009, constam no banco de dados 1.412 notificações até o momento, ressalta-se que os dados de 2009 são parciais, podendo ter acréscimos, devido a constantes atualizações por parte dos municípios.

Em 2009, a Secretaria da Saúde, implantou a estratégia da supervisão descentralizada, onde em todos os 11 territórios do Estado possuem supervisores capacitados em assistir o programa de controle da hanseníase em todos os municípios do Piauí. Com a descentralização, podemos ampliar o monitoramento nos municípios, isso possibilita uma maior qualidade ao Programa Estadual no âmbito da prevenção, diagnóstico, tratamento e vigilância epidemiológica, afirma a coordenadora estadual de doenças transmissíveis da Secretaria da Saúde, Karina Amorim.

Entre os 224 municípios do Estado do Piauí, os que mais notificaram casos de hanseníase entre os anos de 2008 e 2009 tendo como base o registro no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) são:

Municípios Nº de Casos 2008 e 2009

Teresina 1.399
União 201
Floriano 187
Parnaíba 184
São Miguel do Tapuio 172
Campo Maior 124
Picos 112
Bom Jesus 95
Barras 58
Piracuruca 56
Cristino Castro 56
Piripiri 48
São João do Piauí 47
Altos 41
José de Freitas 33
Oeiras 33
outros municípios 951

TOTAL (2008 e 2009) 3.797

Fonte: Governo do Estado do Piauí


Direitos Humanos realiza comitê contra a Hanseníase

A Coordenadoria dos Direitos Humanos e da Juventude realiza, de 25 a 30 de janeiro, o Comitê Interinstitucional pelo controle da Hanseníase. Na semana mundial do combate a Hanseníase será feita uma validação do diagnóstico de hanseníase nas Unidades Municipais de Saúde, em Teresina, sendo que no dia 26 esta validação ocorrerá no município de Barras.

Na manhã desta segunda-feira, 25, Alci Marcus, coordenador dos Direitos Humanos e da Juventude, ressaltou a importância do evento. Ele afirmou que a luta contra a doença deixou de ser somente da saúde para ser também uma luta da Coordenadoria já que os portadores da hanseníase sofrem com o preconceito da sociedade”. A questão da Hanseníase, hoje, não é só da Sesapi, agora esta luta passou a ser nossa também, trabalhamos no sentido de informar, prevenir e combater a doença e o preconceito”, afirmou.

O evento conta com uma programação bem variada. Os participantes do encontro terão capacitação com médicos e enfermeiros, será realizada também, debates, discusões, seminários, entrevistas e distribuição de material informativo, além das explicações.

As instituições responsáveis pelo comitê são a Fundação Municipal de Saúde, O Ministério da Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde, de Barras.

FOnte: Governo do Estado do Piauí


FMS forma grupos focais para o controle da hanseníase

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) da Prefeitura de Teresina vai utilizar mais uma ferramenta para melhorar o levantamento acerca da hanseníase no município e otimizar o controle e tratamento da doença. Supervisores das equipes da Estratégia Saúde da Família, médicos e enfermeiros da atenção básica participam, a partir desta terça-feira (19) até quinta-feira (21) da oficina de formação de grupos focais, que é uma pesquisa que ajudará na busca de contatos da doença.

O curso de formação, ministrado por técnicos do Ministério da Saúde, no Centro de Formação Odilon Nunes, das 8h às 12h e das 14h às 18h, é parte integrante do Projeto de Qualificação de Contatos de Portadores de Hanseníase. Os supervisores serão capacitados para trabalhar juntos com integrantes das famílias na busca desses contatos.

“Com essa pesquisa, vamos saber, por exemplo, tanto do lado dos pacientes quanto dos profissionais da saúde, porque não obtivemos ainda todas as informações que precisamos sobre o recolhimento de dados, quais os procedimentos que estão favorecendo esse trabalho e o que vem dificultando essas iniciativas”, explica a enfermeira Alaíde Amorim, da Coordenadoria Regional de Saúde Centro-Norte, integrante da equipe técnica da pesquisa.

Como técnica de pesquisa qualitativa, o grupo focal obtém dados a partir de reuniões em equipe com pessoas que representam o objeto de estudo. No caso da hanseníase, as mães de portadores da doença participarão também dessas reuniões. A utilização dessa metodologia é considerada pelo Ministério da Saúde muito adequada para a fase de diagnóstico e outros eventos de promoção da saúde.

Conforme dados do Programa Municipal de Controle da Hanseníase, a doença é considerada hiperendêmica em menores de 15 anos, em Teresina. Significa forte ocorrência de transmissão recente e tendência de manutenção da endemia, demonstrada por meio de elevada detecção de casos, próximo de 40 para cada 100 mil habitantes em 2008, representando 11,3% dos casos novos diagnosticados no ano passado, que teve um total de 600 ocorrências.

Por isso, de acordo com a gerente de Atenção Básica da FMS, Adriana Valadares, o órgão decidiu utilizar de todas as ferramentas disponíveis para o controle e tratamento da hanseníase, incluindo agora os grupos focais, pesquisa qualitativa que vai mostrar a real incidência da doença no município para que sejam implementados os procedimentos adequados para inibir o seu avanço. Segundo ela, o tema hanseníase compreende dois projetos desenvolvidos no âmbito da FMS: o de controle e o de eliminação da doença.

Fonte: Prefeitura Municipal de Teresina


FMS implementa ações para reduzir hanseníase em Teresina

Intensificar a busca para exames de contatos por meio das equipes das unidades básicas de saúde é estratégia adotada pela Fundação Municipal de Saúde (FMS) da Prefeitura de Teresina, em 2010, para quebrar a cadeia epidemiológica e reduzir a transmissibilidade da hanseníase no município. Em 2009, foram registrados em torno de 600 casos da doençaentre a população residente na capital, número considerado estável pela FMS.
O propósito da Fundação, por intermédio do Programa Municipal deC ontrole da Hanseníase, é agilizar a vigilância dos contatos para conter o avanço do Bacilo de Hansen, micróbio que causa a doença.“Quanto mais precocemente é realizado o diagnóstico, mais eficaz é o tratamento e a redução da transmissão”, informa o enfermeiro Francisco Formiga, integrante da equipe técnica do programa.

“Vamos intensificar essa busca, porque observamos que algumas pessoas não procuram o posto de saúde para informar sobre a doença, às vezes porque não sabem ou ainda têm algum preconceito, mas a hanseníase tem cura e pode ser tratada”, revela o enfermeirO, acrescentando que o tratamento paucibacilar, por exemplo, é realizado em seis meses; e o multibacilar, em 12 meses.

A FMS descentralizou as ações de tratamento da hanseníase. Agora, após as notificações, as unidades de saúde enviam os dados para as suas respectivas coordenadorias regionais, que, por sua vez,consolidam esse relatório no Sistema de Informações e Notificações de Agravos e o enviam para a coordenação municipal do programa, que direciona suas ações conforme diretrizes do Ministério da Saúde.

Informações sobre a doença

A hanseníase, conhecida oficialmente pore ste nome desde 1976, é uma das doenças mais antigas na história da medicina. É causada pelo Bacilo de Hansen, o Mycobacterium leprae:parasita que ataca pele e nervos periféricos, mas pode afetar outrosórgãos, como fígado, testículos e olhos. Não é hereditária.

Com período de incubação que varia entre três e cinco anos, sua primeiramanifestação é com aparecimento de manchas dormentes, de cor avermelhada ou esbranquiçada, em qualquer região do corpo. Placas,caroços, inchaço, fraqueza muscular e dor nas articulações podem ser outros sintomas.Com o avanço da doença, o número de manchas ou o tamanho das já existentes aumentam e os nervos ficam comprometidos, podendo causar de formações em regiões, como nariz e dedos, e impedir determinados movimentos, como abrir e fechar as mãos.

Podem ocorrer acidentes pela falta de sensibilidade nessas regiões. O diagnóstico consiste na avaliação clínica: aplicação de testes desensibilidade, força motora e palpação dos nervos dos braços, pernas e olhos. Segundo Francisco Formiga, a doença é capaz de contaminar outras pessoas pelas vias respiratórias, caso o portador não esteja sendo tratado. Entretanto, a Organização Mundial de Saúde afirma que a maioria das pessoas é resistente ao bacilo e não desenvolve a doença.

Aproximadamente 95% dos parasitas são eliminados na primeira dose do tratamento, sendo incapazes de transmiti-los a outras pessoas. O tratamento dura até aproximadamente um ano e o paciente pode ser completamente curado, desde que siga corretamente os cuidados necessários. Buscar auxílio médico é a melhor forma de evitar a evolução da doença e a contaminação de outras pessoas.

O tratamento e distribuição de remédios são gratuitos e, ao contráriodo que muitas pessoas podem pensar – em face do estigma da doença -,não é necessário o isolamento do paciente. A presença de amigose familiares é fundamental para sua cura. Durante esse tempo, o hanseniano pode desenvolver suas atividades normais, sem restrições.

Fonte: prefeitura Municipal de Teresina


Unidades de saúde descentralizadas ajudam a combater a hanseníase

hanseniase

Todas as unidades de saúde do município já estão integradas ao sistema descentralizado de informação da hanseníase, implantado pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Saúde (FMS). A iniciativa tem por objetivo tornar mais ágil o processamento de dados sobre a doença em Teresina.

A descentralização permite às coordenadorias regionais de saúde processarem as informações recebidas das unidades de seu território e depois enviá-las para a Gerência de Epidemiologia da FMS, que fará o controle da gestão. Para o coordenador de hanseníase, Francisco Formiga, a informação descentralizada significa um salto na operacionalização do sistema, pois torna a informação mais atualizada.

Ele explicou que, anteriormente, as informações eram centralizadas na FMS, que precisava buscar os dados nas unidades. Algumas dificuldades operacionais acabavam desatualizando as informações tanto sobre o paciente como as investigações sobre o estágio da doença.

Por causa dessas dificuldades, pacientes que já estavam curados ainda constavam da relação de doentes. Atualmente, com a descentralização, os dados chegam mais rápido à FMS onde são condensados e enviados ao Ministério da Saúde através da Secretaria Estadual de Saúde.

A hanseníase é uma das doenças que mais preocupam os gestores da saúde em Teresina. Segundo Francisco Formiga, nos últimos três anos foi registrado uma média de 600 a 700 casos novos por ano, número considerado elevado. “A descentralização permite traçar um quadro mais preciso e montar estratégias de combate e prevenção”, afirmou.

Fonte: Prefeitura Municipal de Teresina


Capacitação irá ensinar a facilitar o diagnóstico de hanseníase

hanseniase1Sensibilizar para o diagnóstico da hanseníase com vistas a implementar ações de combate à doença é o objetivo de um seminário para enfermeiros da Atenção Básica, realizado pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Saúde (FMS).

Sessenta profissionais foram capacitados por técnicos do Ministério da Saúde para trabalhar com o modelo descentralizado de informações sobre a hanseníase. O novo sistema permitirá que as coordenadorias regionais de saúde construam seus próprios bancos de dados, agilizando, dessa forma, a adoção de medidas de controle pela FMS.

Os técnicos do Ministério da Saúde, Sebastião Sena e Ângela Pomimi, mostraram, detalhadamente, como operar o novo sistema descentralizado e sua importância para a qualidade e agilidade das informações. Para eles, a notificação dos casos de hanseníase é fundamental para a tomada de decisões. “Esse é o apelo que fazemos aos profissionais de saúde presentes no seminário”, destacou Ângela Pomimi.

O técnico do serviço de epidemiologia da FMS, Francisco Formiga, informou que Teresina tem uma incidência de 40% dos casos em relação ao Estado do Piauí. Daí, segundo ele, a necessidade de detectar a hanseníase, principalmente em pessoas que convivem com os doentes, conhecidas como contatos.

O Ministério da Saúde estabeleceu uma cobertura de 50% dos casos diagnosticados. Pesquisa referente ao período de 1997 a 2006 revelou que 10% dos casos de hanseníase registrados na capital atingiram menores de 15 anos, sendo que a zona Norte, apresenta o maior número de casos.

Fonte: Governo do Estado do Piauí


Tema hanseníase será incluído em política pedagógica das escolas

hanseniaseA Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Saúde (FMS), está elaborando um plano de ação que visa incluir, a partir do próximo ano, a temática Hanseníase nos projetos político-pedagógicos das escolas da rede pública de ensino que integram o Programa Saúde na Escola (PSE).

Segundo Adriana Valadares, gerente de Atenção Básica da FMS, esta é mais uma das ações do PSE, que já introduziu nas escolas que fazem parte do programa – 33 da rede municipal de ensino e 91 do Estado – projetos de atividades físicas e de nutrição. “Desenvolvemos oficinas para merendeiras, objetivando incentivar hábitos saudáveis essenciais ao desenvolvimento físico-intelectual dos alunos”, comenta.

A temática hanseníase, por ser considerada uma doença endêmica em Teresina e no Nordeste, foi selecionada como importante dentro do programa. A temática compreende dois projetos: o de controle e o de eliminação da hanseníase, desenvolvidos no âmbito da Fundação Municipal de Saúde.

“O projeto de eliminação da hanseníase foi, inclusive, escolhido e adotado pelo Ministério da Saúde e Universidade de Toronto, no Canadá, e saiu da equipe de supervisão do programa Estratégia Saúde da Família, do curso básico de atenção primária”, informa a gerente.

Esta semana, o Grupo Técnico Interinstitucional – Saúde e Educação do Programa Saúde na Escola, Kátia Souto, técnica do Programa Nacional de Controle da Hanseníase do Ministério da Saúde; Adriana Valadares, da Atenção Básica da FMS; Maria Eliane de Araújo, da Secretaria Municipal de Educação; Marlizane Melo, da Secretaria Estadual da Educação e Cultura; e as enfermeiras Alaíde Amorim e Socorro Malheiros, representantes do Projeto Operacional de Controle da Hanseníase reuniram-se para traçar o plano de ação por meio do qual será trabalhada a hanseníase no PSE.

Em dezembro, haverá um momento de sensibilização com representantes das escolas que fazem parte do PSE, incluindo diretores, orientadores pedagógicos e professores comunitários. Em janeiro de 2010 será ministrada uma oficina para incluir a temática hanseníase no projeto político-pedagógico dos estabelecimentos escolares.

Fonte: Prefeitura Municipal de Teresina


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